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Moradores se arriscam ao passar por cabeceira de ponte que desabou há cinco meses na avenida NS-03

Tocantins

Moradores se arriscam ao passar por cabeceira de ponte que desabou há cinco meses na avenida NS-03

Avenida continua interditada e o local ainda não passou por obras. Engenheiro afirmou que a solução é a construção de uma nova ponte.

Por TV Anhanguera

13/07/2020 11h43  Atualizado há 2 horas

Moradores de Palmas cobram solução da prefeitura em relação a ponte interditada da NS-3

Moradores de Palmas cobram solução da prefeitura em relação a ponte interditada da NS-3

 

Cinco meses se passaram desde que a cabeceira da ponte, localizada na avenida NS-03 em Palmas, desabou. Apesar do tempo, o local continua do mesmo jeito: interditado e sem obras por parte da prefeitura. Moradores e ciclistas se arriscam ao passar pelo local.

Em nota, a Prefeitura de Palmas disse que ainda está em andamento um projeto de engenharia que apontaria soluções para substituir a estrutura. Também pede a compreensão e respeito à sinalização instalada no local.

cabeceira sobre o córrego Sussuapara começou a afundar no dia 7 de fevereiro deste ano. Dois dias depois, o aterro cedeu e formou uma cratera no local. Desde então, a avenida está interditada nos dois sentidos. O ponto que cedeu fica entre as Arnos 21 e 31 (antigas 203 e 303 Norte), perto do Parque Sussuapara e da Unidade de Pronto Atendimento Norte. A via é uma importante ligação entre o centro da cidade e as quadras da região das Arnos, as mais populosas da metade norte do plano diretor.

"Nós temos cobrado a prefeitura nos últimos dois anos com relação a essa ponte, foi feito um pequeno reparo, jogaram umas pedras, não resolveu, porque as pedras foram carregadas e entraram no córrego Sussuapara e foram parar no leito do [rio] Tocantins" disse o presidente da Arno 41 (403 Norte), Mário Pinto.

Pedestres se arriscam ao passar por ponte que desabou — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Pedestres se arriscam ao passar por ponte que desabou — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O engenheiro Daniel Inglesias, especializado em pontes, disse que a movimentação da água da chuva foi o principal motivo para o solo ter cedido.

"Em 2018 iniciou a patologia, a movimentação do solo, a prefeitura fez uma intervenção em 2019. Essa intervenção foi focada principalmente na contenção do solo, do aterro e nessa obra, naturalmente, a água se adapta ao que foi feito e, dali em diante ela começou a passar por baixo da fundação. Começou a tirar esse solo que estava sobre a ponte, gerando a ruptura da cortina de concreto que existe aqui para segurar a ponte", explicou.

Com a demora para resolver o problema, o engenheiro diz que a solução é a construção de uma nova estrutura. "Nós percebemos de maneira quase unânime que tem que ser feito uma nova ponte no local. Essa ponte tem que ser, ou demolida, ou retirados os elementos estruturais dela, através de guindaste para fazer isso. Nós visualizamos uma nova ponte sendo executada aqui, aonde essa, através de dinamite, seja demolida, sempre protegendo o meio ambiente".

A avenida deveria ligar a região central da capital com a região norte. Carros não podem passar pela via, mas pedestres e ciclistas se arriscam pela ponte.

"A gente passa porque é necessário, [o caminho é] mais curto porque aquela outra estrada é muito longa, mas a gente fica com medo, porque ela está toda rachada", justifica a lavradora Elenita Silva.

 

Acesso alternativo

 

Quem precisar se deslocar pela região pode utilizar acessos alternativos pelas pontes das avenidas NS-1 e Teotônio Segurado para quem precisa ir ao centro da cidade e pela avenida NS-15 para quem tem que ir no sentido da orla de Palmas.

G1

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