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Atleta da NFL vai doar R$ 5 milhões para luta antirracista após morte de George Floyd

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Atleta da NFL vai doar R$ 5 milhões para luta antirracista após morte de George Floyd

Quarterback do Dallas Cowboys, Dak Prescott tem como objetivo deixar os policiais mais preparados depois do episódio que terminou com assassinato em Minneapolis

Por GloboEsporte.com — Rio de Janeiro, RJ

04/06/2020 09h34  Atualizado há 15 minutos

Quarterback do Dallas Cowboys, Dak Prescott vai doar US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões) para "melhorar o treinamento da polícia e combater o racismo sistêmico" na força policial nos Estados Unidos. A atitude do jogador da NFL foi motivada pelo assassinato de George Floyd, um homem negro desarmado de 40 anos, por um policial chamado Derek Chauvin em Minneapolis no dia 25 de maio.

A morte brutal de George Floyd gerou protestos ao redor dos Estados Unidos e em diversos outros países contra a truculência policial e o racismo.

- Como um negro americano multirracial, eu fico enojado e incomodado. Eu tento entender e encontrar o lado positivo de todas as situações ou aspectos da minha vida. Enquanto nossas comunidades estão agindo, protestando e lutando por justiça para George Floyd e todas as vidas negras, eu estou com vocês! - disse ele no Instagram nesta quarta-feira.

Dak Prescott defende o Dallas Cowboys na NFL — Foto: Getty Images

Dak Prescott defende o Dallas Cowboys na NFL — Foto: Getty Images

Prescott ressaltou que tem extremo respeito pela polícia, mas acrescentou:

- Você precisa se responsabilizar! Cada um de vocês é tão culpado quanto os homens que estavam ao lado de Derek Chauvin, se você não se levantar contra o racismo sistêmico que assola nossas forças policiais em todo o país.

Chauvin, o policial que ficou com seu joelho sobre Floyd por quase nove minutos, foi detido e acusado de homicídio. Nesta quarta-feira, três policiais envolvidos foram acusados de ajudar e favorecer assassinato.

- Eu nunca vou concordar com ninguém desrespeitando uma bandeira.

Trata-se de uma resposta para outro quarterback, Drew Brees, do New Orleans Saints, que disse que não apoiaria novos protestos de joelhos na NFL, dizendo que isso seria "desrespeitar a bandeira" dos Estados Unidos.

Após o assassinato de George Floyd, vários atletas protestaram nas ruas e também manifestaram apoio ao ex-astro do San Francisco 49ers, Colin Kaepernick, que em 2016 começou a se ajoelhar durante o hino nacional dos EUA. Sua recusa em ficar em pé tinha como objetivo chamar a atenção para a injustiça racial. Ele está sem clube desde 2017.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o jogador que se ajoelhar deve ser demitido.

- Eu nunca vou concordar com ninguém desrespeitando a bandeira dos EUA - falou Brees ao Yahoo.

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